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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Biografia de Edith González


INTRODUÇÃO

Edith González Fuentes nasceu em Monterrey estado de Nuevo León, no México dia 10 de dezembro de 1966 é uma atriz e bailarina mexicana.


SUA HISTÓRIA

Desde muito pequena Edith tinha muito contato com o mundo dos espetáculos, atuando na escola e trabalhando em eventos infantis. Durante uma visita ao programa "Siempre en domingo", Edith foi escolhida entre o público para interpretar um papel junto com Rafael Baledón. Desde então, se destacou como atriz infantil em filmes dos anos 70.

Participou em várias telenovelas, entre elas, Os ricos também choram (1979), posteriormente atuou em Soledade (1981) e, nessa mesma década a atriz estrelou muitas tramas, como Bianca Vidal (1982), Sí, mi amor (1984), Monte calvario (1986), Rosa selvagem (1987) e Flor y canela (1989).

Em 1993 Edith González protagonizou a terceira versão da telenovela Coração selvagem, no papel de Mônica, e foi um verdadeiro sucesso. Participou como protagonista da telenovela ao lado do ator brasileiro Guy Ecker, na telenovela Salomé, um remake de Colorina, estrelada por Lucía Méndez, em 1980, cuja versão original é de origem chilena, e foi estrelada Liliana Ross em 1977.

Em 2004, atuou na telenovela Mujer de madera, do produtor Emilio Larrosa, mas teve de parar de trabalhar neste ano por causa de sua gravidez. Em 2006, tem lugar o seu primeiro antagônico em Mundo de feras, do produtor Salvador Mejía Alejandre, onde compartilhou créditos com César Évora e atriz venezuelana Gaby Espino.

Em 2007, atuou em Palabra de mujer, produzida por José Alberto Castro. Em 2008, Edith viaja à Colômbia para realizar o papel mais exigente de sua carreira, Bárbara Guaimarán, em Doña Bárbara, uma telenovela original de Rómulo Gallegos, junto ao ator peruano Christian Meier, uma produção da Telemundo Networks. Essa foi a primeira vez que Edith deixa os estúdios da Televisa para ir gravar uma telenovela em outra empresa.

Gravada em alta definição, em Honda, departamento de Tolima, na Colômbia, Doña Bárbara alcançou importantes níveis de audiência desde seu lançamento nos Estados Unidos até meados do ano.

Após concluírem as gravações na Colômbia, Edith volta ao México para protagonizar um episódio da série Mulheres assassinas, Clara, fantasiosa. Posteriormente integrou o elenco de Camaleones, produzida por Rosy Ocampo, compartilhando créditos com Belinda, Alfonso Herrera, Ferdinando Valencia, entre outros.

Em 12 de março de 2010 inicia um novo projeto dessa vez a obra de teatro Buenas noches, mamá, dirigida por Raul Araiza, onde contracena com a atriz Rosa María Bianchi, na Cidade do México.


SUAS ATUAÇÕES

TELENOVELAS

2009 - Camaleones (Francisca Campos)
2008 - Doña Barbara (Bárbara Guaimarán)
2007 - Palabra de Mujer (Vanessa Noriega)
2006 - Mundo de feras (Joselyn Cervantes Bravo)
2004 - Mujer de madera (Marisa Santibáñez Villalpando)
2001 - Salomé (Fernanda Quiñonez “Salomé”)
1999 - Cuento de Navidad (Josefina)
1999 - Nunca te olvidaré (Esperanza Gamboa Martel)
1997 - La jaula de oro (Oriana e Carolina)
1996 - La sombra del otro (Lorna Madrigal)
1993 - Coração selvagem (Mônica de Altamira Alcazar)
1990 - Na própria carne (Estephanie e Natália)
1988 - Flor y canela (Florentina)
1987 - Rosa selvagem (Leonela Villarreal)
1987 - Lista negra (Mary)
1986 - Monte calvario (Ana Rosa)
1984 - Sí, mi amor (Susana)
1983 - Bianca Vidal (Bianca Vidal)
1983 - A fera (Julie)
1981 - El hogar que yo robé (Paulina)
1980 - Soledade (Luíza Sánchez Fuentes)
1980 - Ambición (Charito)
1979 - Os ricos também choram (Maria Isabel)
1979 - Madres egoístas (Mariela)
1975 - Lo imperdonable (Gloria)
1973 - Los miserables (Cosete)
1973 - Mi primer amor (Lucía)
1971 - Lucía sombra (Erika)
1971 - El amor tiene cara de mujer
1970 - Cosa juzgada

FILMES

2008 - Deseo
2004 - Señorita Justice (Christine García)
1996 - Salón México (La Jaibita)
1994 - Los cómplices del infierno (Sandra)
1991 - El descuartizador (Dra. Arizmendi)
1991 - El jugador (Remi)
1990 - Atrapados (Flor)
1990 - Sentencia de muerte
1989 - Trampa infernal (Alejandra)
1988 - Central camionera
1988 - Pero sigo siendo el rey (Laura)
1984 - Adiós Lagunilla, adiós (Mariela)
1980 - Fabricantes de pánico
1980 - Guyana, el crimen del siglo
1977 - Cyclone (Tiersa)
1976 - El rey de los gorilas (Betty)
1975 - Alucarda, la hija de las tinieblas

PEÇAS TEATRAIS

2010 - Buenas noches, mamá (Jessica)
2004 - Las noches de aventurera (Elena Tejeda)
1998 - Las noches de aventurera (Elena Tejeda)

PROGRAMAS DE TELEVISÃO

2009 - Mulheres assassinas 2 (Clara)
2007 - La familia P. Luche (capítulo "Sueño de telenovela")
2007 - Bailando por la boda de mis sueños (Jurada)
2006 - La hora pico (Edith Adventure)
2005 - Bailando por un sueño (Jurada)
2004 - La hora pico
2003 - XHDЯBZ - Romero y Chulieta
2000 - Al fin de semana – Calzón salvaje
1999 - Otro rollo – Tarzán el más mono
1991 - El descuatizador


SEUS PRÊMIOS

PRÊMIOS TVYNOVELAS

2007 - Melhor atriz antagônica (Mundo de feras)
1994 - Melhor atriz protagônica (Coração selvagem)

PRÊMIOS PEOPLE

2009 - Melhor atriz protagônica (Doña Bárbara)

quinta-feira, 15 de abril de 2010

As telenovelas mexicanas que chegaram ao cinema

Depois de a televisão ter entrado na vida diária das famílias mexicanas, o cinema começou a experimentar certa ausência por parte do público de classe média em suas salas, motivo pelo qual se deveria planejar como levar à telona, grandes produções que atraíssem essas pessoas que, por sua fascinação diante da novidade, e também pela economia, preferiam ficar nas salas de seus lares vendo seriados norte-americanos, ou as populares, já nessa época, telenovelas.

De fato, foram estas que se apropriaram por completo da atenção do público, já que se tinha a comodidade de se observar, na comodidade de sua casa, a atuação de consagrados atores do cinema, agora interpretando personagens e situações que duravam vários dias e sem nenhum custo.

Foi assim que, logo depois de se transmitir os melodramas na televisão, os produtores e realizadores do cinema já começavam a trabalhar as versões em 35mm dessas histórias, que, repito, estavam roubando audiências.

A primeira telenovela que chegou à televisão mexicana, Senda prohibida, foi convertida ao cinema, com um elenco completamente diferente do que se tinha visto na telinha de cristal, encabeçada, nesse momento, por Silvia Dérbez, Héctor Gómez, entre outros.

Gutierritos, a segunda telenovela realizada no México, também foi adaptada para o cinema, respeitando, nesse caso, seu elenco original, liderado por Rafael Branquells e María Teresa Rivas; o outro caso contrário ocorreu com Teresa, onde o protagonista no cinema foi interpretado pelo espanhol Fernando Rey. A propósito, este filme teve participação na edição de 1959 do Festival de Cannes com excelente resposta por parte do público e da crítica.

Foi na década dos anos sessenta, que o cinema mexicano dedicou grande parte de suas produções à realização de versões cinematográficas de telenovelas exitosas, mas com algumas modificações em seus elencos.

Cabe mencionar, por exemplo, Corona de lágrimas, dirigida por Alejandro Galindo, onde Prudencia Griffell foi substituída por Silvia Dérbez. De fato, a rainha do melodrama, como chamavam Dérbez, também protagonizou a versão em 35mm de Cruz de amor, interpretando uma personagem que havia sido planejada para Sara García, para a edição televisiva, mas esta não a pôde interpretar.

Por sua vez, Silvia Dérbez foi substituída por Silvia Pinal para edição cinematográfica de María Isabel, de Francisco Curiel, filmada em 1967, da qual se realizou uma sequência, chamada El amor de María Isabel, rodada em 1968, também sob o comando de Curiel.

No que se refere a atores, Julio Alemán substituiu Enrique Lizalde na edição cinematográfica de Corazón salvaje, uma da histórias que mais foi apresentada ao público.

Outro dos personagens que foram deslocados da televisão ao cinema foi Chucho el roto, ainda que nesse caso, primeiro se apresentou no cinema, depois na rádio, depois na televisão, para voltar ao cinema em uma trilogia: La vida de Chucho el roto; El inolvidable Chucho el roto e Los amores de Chucho el roto.

Entre algumas adaptações para o cinema que foram baseadas em telenovelas, pode-se mencionar, ainda, El derecho de nacer, La mentira, Rubi (que foi interpretada por Irán Eory), Simplemente María, Yesenia, Doña Macabra e El amor tiene cara de mujer.

Uma vez que a telenovela havia aumentado sua capacidade de produção, os produtores cinematográficos perderam seu interesse em fazer este tipo de adaptação.

As últimas histórias produzidas originalmente para televisão, e que foram adaptada para a telona, foram mal recebidas pelo público, que já estava acostumado às grandes produções cinematográficas estrangeiras, e sua mentalidade estava mais aberta a outro tipo de ideias.

El maleficio 2, dirigida por Raúl Araiza, tentou apresentar uma nova aventura de Enrique de Martino, personagem muito popular na década dos anos 80, interpretado por Ernesto Alonso que teve como companheira Lucía Méndez e atores como Eduardo Yáñez, Armando Araiza e Sergio Giménez, entre outros, alcançando, simplesmente, maus comentários diante da péssima utilização de efeitos especiais e um péssimo argumento, tratando de competir com títulos estrangeiros como O exorcista e A profecia.

Uma das últimas delas foi Más que alcanzar una estrella, terceira parte do projeto Alcanzar una estrella, com Eduardo Capetillo e Mariana Garza como casal principal, criado e produzido por Luis de Llano Macedo. A segunda parte da história, foi também apresentada em telenovela, e, para finalizar, foi filmada esta versão, na qual participaram alguns atores da novela.