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terça-feira, 25 de março de 2014

Victoria Ruffo: O desafio de protagonizar uma nova história


Já há alguns anos, Victoria Ruffo não tem tido a oportunidade de criar uma personagem devido ao fato de em seus últimos trabalhos na televisão ter protagonizado novas versões de grandes histórias, mas agora será diferente, garantiu a atriz.

“Sabem que tenho me especializado nos remakes e adaptações, sou a rainha disso e graças a Deus tenho ido bem, mas esta é uma personagem totalmente nova e significa um desafio para mim”, comentou.

Em 2012, Victoria Ruffo estrelou Corona de lágrimas, melodrama baseado na produção homônima, de 1986; em 2010, Triunfo del amor, a nova versão de O privilégio de amar, de 1998; e, em 2008, En nombre del amor, inspirado em Cadenas de amargura, de 1991, entre outros folhetins que voltaram a ser gravados.

Agora, dará vida a Raymunda Molina de Grajales, papel que se desprende da obra teatral do dramaturgo espanhol Jacinto Benavente e que, em 1949, foi levada ao cinema, sob a direção de Emilio Fernández e protagonizada por Dolores del Río e Pedro Armendáriz.

Esta será a primeira apresentação na telinha, para a qual os escritores estão baseando sua adaptação na peça teatral e no livro original, explicou Ruffo. Para a atriz, é motivo de felicidade participar em um novo projeto, sobretudo, liderado pelo produtor José Alberto Castro, com quem trabalhou em Corona de lágrimas.

“Não conhecia o diretor Salvador Garcini e já tenho uma boa impressão dele, o respeito muito e creio que faremos uma boa equipe e o resultado será algo bastante interessante”, destacou a atriz diante da imprensa, ao término da missa pelo início das gravações de La malquerida, celebrada no estúdio 10 da Televisa San Ángel.

Garantiu que até o momento desconhece se o peruano Christian Meier formará parte da telenovela como seu par romântico inicial: “Existem coisas que se mantêm em suspense e eu gosto disso porque é bom ver quem vai surgindo. Encanta-me que Ariadne Díaz seja minha filha, e que nos pareçamos. Já havíamos trabalhado juntas em uma obra de teatro”.

Adiantou que todos os personagens de La malquerida são fortes e que a dela sofrerá muito devido a relação problemática que manterá com sua filha: “Já sabem que gosto de chorar, estou há um ano e dois meses sem fazê-lo, imaginem tudo o que trago acumulado”, comentou Ruffo.

Na missa pelo início das gravações, o grande ausente foi o produtor José Alberto Castro. Compareceram os atores Nora Salinas, Sabine Moussier, Ignacio López Tarso, África Zavala, Ariadne Díaz, Silvia Mariscal, entre outros.


Colaboração: Notimex

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