sábado, 8 de janeiro de 2011

Os melhores vilões de telenovelas - Parte 6

Catarina Creel - Ambição (1991)

Se tivesse que escolher somente uma vilã dentre as inúmeras que antagonizaram e protagonizaram telenovelas latinas, esta sem dúvida, seria a ganhadora. Somente bastaria ver esse tapa-olho e esse penteado inconfundível para recordar a mais afamada e distinguida serial killer das telenovelas. Somente um imenso e mal entendido amor maternal pôde levar Catarina Creel, interpretada por María Rubio, a ser tão diabólica. Ao descobrir que seu marido a tinha visto sem o tapa-olho e sim com o olho perfeito, Catarina decidiu envenená-lo. O efeito foi tardio, já que quando Carlos Larios ia em seu carro, foi perdendo a consciência pouco a pouco até que o veículo colidiu contra uma oficina, causando-lhe a morte. Desde sempre a vilã culpou o enteado, José Carlos, por ser o responsável por ter arrancado seu olho, quando na verdade, era perfeita e vivia de mentiras; foi cúmplice na farsa de seu filho, Alexandre, e sua nora, Vilma, quando forjaram uma gravidez roubando o filho de Leonora para, segundo o testamento de Carlos, receberem a herança. Matou Escudeiro, quando este a viu em Nova Iorque sem o típico tapa-olho; matou Reynaldo Gutiérrez, sócio de Carlos, quando este descobriu algumas irregularidades na empresa da família, que apontavam diretamente para Catarina; encomendou a morte da avó de Bertha, sua secretária pessoal, ordenando que Rosália, a enfermeira que havia feito o parto de Leonora, incendiasse o asilo onde a pobre velha estava internada, o que também causou a morte do Doutor Syndell; denunciou Rosália pelo incêndio e armou uma emboscada para que escapasse, sendo morta pela polícia; matou Lucero, a assistente de Bertha, com o fio de seu próprio fone de ouvido, e lançou o inspetor Suárez numa piscina, em seguida jogou um podador elétrico na água, matando-o eletrocutado. No final, a calculista, fria, desapiedada e ambiciosa Catarina Creel recebeu um grande castigo, ao perder acidentalmente seu adorado filho e sua nora em um atentado aéreo que ela mesma havia sabotado para matar José Carlos e Leonora. Cheia de remorso, o diabo em forma de gente, inevitavelmente, se suicidou, não permitindo ser presa por seus inimigos.


Memê - Quinze anos (1991)

Em Quinze anos, Sebastián Ligarde foi Memê, o membro de uma gangue que dava uma de marginal valentão pra cima de todos. Com enganos, pôs droga na bebida de Marilu, que, após ter tomado a bebida, saiu correndo pelas ruas do bairro, caiu e desmaiou. Quando acordou, acreditou ter sido violentada, motivo pelo qual rejeitou Paulo, sem contar o que aconteceu. Memê também roubou o dinheiro que a família de Marilu estava guardando com tanto sacrifício, para a sua festa de 15 anos e, no final, acabou indo para a cadeia, como merecia.


Dulcina Linhares - Rosa selvagem (1991)

Laura Zapata foi Dulcina Linhares em Rosa selvagem, uma mulher hipócrita e muito soberba. Ambiciosa e calculista, dominava a vida de todos na mansão Linhares. Passou toda a telenovela inventando armadilhas para separar Ricardo, seu irmão, de Rosa. Era malvada por natureza, ambiciosa e vaidosa, somente se importava com o dinheiro e a classe social; influenciava Cândida, sua irmã mais nova, com suas maldades e até se vestiam igual; matou o advogado da família; empurrou Cândida da escada, fazendo com que perdesse o bebê que esperava e matou Leopoldina, a criada fofoqueira. No final, quando se trancou na mansão com a fiel empregada Josefina, ameaçando queimar toda a casa, antes de entregá-la a Rosa, teve um trágico fim ao ser atacada pela empregada, que desfigurou seu rosto com um ácido. Malvina terminou louca e histérica em um manicômio.


Enrique de Martino - Estranho poder (1984)

Em Estranho poder, Ernesto Alonso foi Enrique de Martino, uma versão masculina de Catarina Creel. Era descendente de uma família de feiticeiros e chefe de um clã de criminosos satânicos que, amparados pelo poder das trevas, se dedicavam a lucrar com as atividades do crime organizado e a destruir a vida das pessoas inocentes que cometiam o erro de cruzar seu caminho. Em busca de seu sucessor, que precisava ser uma criança com poderes sobrenaturais, Enrique, através da magia, descobriu que na sua cidade existia Joãozinho, um menino sensitivo. De repente, em condições misteriosas o pai do garoto paranormal faleceu e sua mãe, Beatriz, ficou viúva. Então, Enrique de Martino aproximou-se desta mulher e casou-se com ela. No final, o feiticeiro, que sempre se comunicou com o demônio, disse ao quadro de seu antepassado que seguiriam juntos através do tempo e dos séculos e, derrotado, decidiu incendiar a mansão, supostamente para desaparecer e reencarnar em outra pessoa com a mesma essência de Enrique de Martino e com a proteção de seu rei Bael, nome de um demônio em hebraico. Finalmente, o bruxo se entregou às chamas que incendiaram sua mansão, invocando Bael, junto com seu cão, cúmplice de suas bruxarias. O fogo, em formato de espiral, o consumiu por completo e o quadro, pelo contrário, permaneceu intacto, com os olhos da imagem brilhando, como se fossem brasas.
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Um comentário:

pseudonimo disse...

e faltou a maria joaquina(carrossel),valéria(rosalinda),fabíola(a madrasta),ana júlia(cuidado com o anjo),ivana(a dona),evangelina(cadenas de amargura),carlota(en el nombre del amor),teresa(teresa),carola(coração indomavel) e lúcia(coração indomavel).