sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Os melhores vilões de telenovelas - Parte 5

Soraya Montenegro - Maria do bairro (1997)

Itatí Cantoral interpretou uma das melhores vilãs já vistas em uma telenovela: Soraya Montenegro, em Maria do bairro. A peste era odiosa, cruel, mentirosa, assassina e inescrupulosa. A pérfida Soraya era arqui-inimiga de Maria do bairro e fazia uso de todo tipo de estratégia suja para separar seu noivo, Luis Fernando, da Catadora. Soraya tinha uma obsessão doentia por levar Luis Fernando, que era seu primo, para o altar e, para tal, embebedou o rapaz e o levou para deitar-se a seu lado, depois fingiu estar grávida dele. Apesar de casados, Luis Fernando a desprezava e ainda nutria seu amor pela Marginal, que estava recebendo aulas de etiquetas e alfabetização. Em mais um de seus planos malignos, Soraya iria tentar envenenar Maria, mas, quando seu amante descobriu seu plano perverso, ambos discutiram e, por um descuido, Soraya caiu do alto de um prédio; e, estando supostamente morta, deixou livre o caminho para Luis Fernando e Maria, que acabaram se casando. A vilã, porém, foi rejeitada até pelo diabo e, apesar da queda, que a deixou toda arrebentada, não morreu. Forjou seu enterro e se internou numa clínica em Houston, onde se recuperou totalmente, sem sequelas. Matou seu médico e casou-se com um milionário; matou também o marido, herdou toda sua fortuna, infernizou a vida de Alicia, a enteada inválida, e foi atrás de Maria e Luis Fernando para transformar a vida dos dois num inferno, agora mais cruel que nunca. Totalmente disposta a cometer as vilanias mais espantosas, Soraya engatou um romance pedófilo com Nandinho, o filho de sua rival, e o acusou de ter matado Calixta, sua mãe, que a própria Soraya havia matado. No ápice de seu ódio, a psicopata vingativa sequestrou Maria, e a torturou psicologicamente; tentou queimá-la viva, mas ela mesma acabou sendo a tocha humana. Crepitando lenta e dolorosamente, numa cabana em que ela mesma ateou fogo, a maldita morreu carbonizada, não sem antes praguejar contra tudo e contra todos.


Angélica - Marimar (1996)

Angélica, vivida por Chantal Andere em Marimar, tinha como único interesse na vida o dinheiro, a boa vida, a sociedade, enfim, tudo o que é superficial. Aparentava ser dócil e abnegada, mas dava o bote como uma víbora. Ao conhecer Sérgio Santibañez, enteado de Angélica, Marimar se apaixonou perdidamente. Para se vingar do pai e da madrasta, Sérgio casou-se com Marimar e a levou para viver na fazenda Santibañez. Irada, Angélica, que era apaixonada pelo enteado, não poupou maldades para com a jovem recém casada. Sérgio, porém, a deixou e foi para a capital para cumprir o seu contrato de jogador de futebol. A vida de Marimar tornou-se um inferno, desamparada, a jovem descobria que estava sozinha no mundo, pois Angélica havia mandado o capataz Nicanor queimar a choupana onde viviam seus avós. Como se não bastasse, Marimar foi acusada de roubo e acabou presa. Outra de suas travessuras foi quando Marimar, iludida por Angélica, usou um extravagante vestido, pensando que iria arrasar e foi motivo de deboche para todos os convidados de uma festa na fazenda Santibañez. Porém, a vilã provou de seu próprio veneno quando Marimar, na ocasião, rica e com o nome de Bella Aldama, encomendou uma poça de lama e fez com que Angélica, ajoelhada no chão, pegasse a escritura de sua casa na lama usando apenas os dentes, assim como Marimar havia feito antes com a pulseira de Sérgio. Pouco tempo depois, a víbora sofreu um acidente de carro e, no hospital, toda queimada, após uma penosa agonia, morreu amaldiçoando Marimar.


Malvina del Olmo - Maria Mercedes (1996)

Na pele de Malvina, Laura Zapata se sentia no direito de obter a herança de seu sobrinho, Santiago, a quem odiava. Era uma pessoa má, exceto com seus filhos, mesmo que também os demonstrava certo egoísmo. Lutava com todas as armas para alcançar seus objetivos e não se detinha diante de nada. Infernizou a vida da bilheteira Maria Mercedes quando esta se casou com Santiago, que estava à beira da morte, e tomou posse de todos os seus bens. Ao descobrir que Maria amava seu filho, Jorge Luís, Malvina o obrigou a casar-se com Maria, a fim de obter o dinheiro de volta. Ela tinha planos de que, após algumas semanas ele poderia fazer com que ela desse todo o controle sobre a fortuna e que depois se divorciaria. Os dois se casaram e Jorge Luís começou a desenvolver um verdadeiro e profundo amor por Maria. Após idas e vindas com Jorge Luís, Maria, mais uma vez, tornou-se vítima de Malvina quando esta tentou conduzi-la a um sanatório. Por fim, foi Malvina quem terminou louca e, na sua pobreza, correu para as ruas e, alucinando ser Maria Mercedes, se vestiu com trapos e começou a vender bilhetes de loteria e limpar para-brisas de carros; foi capturada e colocada em um sanatório.


Eládio Gómez Luna - Paixão e poder (1993)

Enrique Rocha deu vida ao vilão Eládio em Paixão de poder, que vivia em pé de guerra com Artur Montenegro, tanto no amor quanto nos negócios. Ambos disputaram o amor de Ana Laura, que optou por Eládio. O tempo passou e Ana Laura tornou-se uma mulher infeliz; a amargura e os maltratos de seu marido fizeram dela uma mulher temerosa e ressentida, seu único consolo foi o amor de Frederico, seu filho, que em nada se parecia ao seu maléfico pai. Porém, as maldades de Eládio não foram cobradas já que no final da telenovela, quando todos celebravam a inauguração de um hotel, Eládio detonou uma bomba, matando todos seus inimigos, que incluíam membros da sua família. Seguro de que todos haviam perecido em meio as chamas, Eládio subiu em sua Limousine e desapareceu no horizonte.


Frederico Cantú - Garotas bonitas (1993)

Frederico Cantú, vivido por Alejandro Camacho em Garotas bonitas, era um fanático por carrinhos de brinquedos que continham explosivos. Frederico estuprou inúmeras garotas, era cínico, manipulador, soberbo, temível e sumamente odioso, além disso, cobiçava a fortuna de seu tio Guilherme. Foi um vilão asqueroso e com grande maestria usava seus pequenos carrinhos de controle remoto com bombas para matar a quem se interpusesse em seu caminho, mania que herdou de sua mãe, que também eliminava seus obstáculos. Seu método de extermínio era original: aquele que o incomodava recebia de presente um belo carrinho de brinquedo, o problema é que dentro do pequeno automóvel vinha de brinde uma bomba. Seu final foi muito marcante, acabou sendo vitima de seus carrinhos, embora não tivesse morrido na explosão, todos pensaram que havia batido as botas e o enterram vivo.
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3 comentários:

Anônimo disse...

Quando fará um artigo sobre as novelas peruanas Luz María e Eva del Éden?

Bernardo Abreu disse...

faça voce mesmo

Anônimo disse...

Quero ver garotas bonitas